Clipping da exposição Promenade Urbaine

Clipping com as principais matérias sobre a exposição “Promenade Urbaine” da artista plástica Dulce Araújo. A mostra aconteceu na Dumaresq Galeria de Arte, no Recife, em 2009.

Diario de Pernambuco

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Confira as principais publicações sobre a exposição “Promenade Urbaine”:
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Release: Dulce Araújo expõe suas graphiephotos em “Promenade Urbaine”

Exposição Promenade Urbaine - Dulce Araujo - Dumaresq Galeria
A Dumaresq Galeria de Arte recebe a exposição da artista plástica franco-brasileira Dulce Araújo, intitulada “Promenade Urbaine”. A abertura acontecerá no dia 21 de outubro de 2009, às 19h, e a mostra segue até o dia 14 de novembro. Serão expostas cerca de 30 graphiephotos, como a artista chama suas criações, pois reúnem as artes plásticas e fotografia, dois vídeos e uma mostra de slides. A artista, que mora em Paris, já chegou ao Recife especialmente para a exposição.

Esta será a 52ª mostra individual da artista. Seus trabalhos já foram vistos em 13 países, entre individuais e coletivas. No Brasil, suas obras foram apresentadas nas galerias Dumaresq e Massangana, entre outros locais. Como fotógrafa, Dulce participou da exposição “Le Brésil vu par les Brésiliens”, no Centre Georges Pompidou, em Paris.

Dulce vem fazendo, há quatro anos, um trabalho sobre o lado urbano, não como fotojornalismo, mas com uma visão mais gráfica, da cidade, pictórica. O elemento banal transforma-se em arte.

Cidades como Pequim, Paris, Lisboa, Recife, Berlim, Hamburgo, foram trabalhadas com essa visão. Segundo Dulce, pode-se pensar como em um road movie americano, onde quilômetros e mais quilômetros são feitos a partir de um automóvel.

Há 2 anos, em Paris, Dulce vem fazendo fotos de várias linhas de metrôs aéreos. “Foram milhares de fotos delas e, sobretudo, de uma linha, em particular. É claro que só algumas imagens foram utilizadas para o meu trabalho que é exposto. É apaixonante fotografar as mesmas coisas, pois a cada vez elas se revelam diferente”, diz Dulce.

Segundo a jornalista francesa Fréderique Drouin “as paisagens urbanas de Dulce Araújo misturam impressões de luzes e de barroco. Elas nos dão a ver uma cidade em espelhos com as suas luzes refletindo-se e os seus jogos de sombras”.

Dulce Araújo nasceu no Recife, onde se formou na Escola de Belas Artes. Depois, já morando em Paris, atuou como fotógrafa free lancer para a imprensa. Após uma viagem ao Canadá, decidiu voltar às artes plásticas, desta vez unindo-a com a tecnologia.

Serviço:
“Promenade Urbaine” – Dulce Araújo
Abertura: 21 de outubro de 2009, às 19h
Visitação: de 22 de outubro até 14 de novembro, de segunda a sexta, das 9h às 18h e aos sábados das 9 às 13h
Onde: Dumaresq Galeria de Arte (rua Prof. Augusto Lins e Silva, 1033 – Boa Viagem – Recife)
Informações: (81) 3341-0129, arte@dumaresq.com.br ou www.dumaresq.com.br

Fundação Joaquim Nabuco 60 anos: Fontes para a sua história, 1949-2009

A exposição “Infografias”, da artista digital Dulce Araújo, está presente na publicação “Fundação Joaquim Nabuco 60 anos: Fontes para a sua história, 1949-2009”. A mostra foi realizada em 1997, na Galeria Massangana, no Recife.

Fundaj

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A publicação completa está disponível no clicando neste link: http://www.fundaj.gov.br/geral/Fundaj_60_ANOS_15_julho_2009.pdf

LATITUDES – Artistes Brésiliens en France – Dulce Araújo

Pour Egídio Álvaro – Critique d’art, AICA.
LATITUDES – n° 23 – avril 2005

Dulce Araujo est née à Recife. Elle vit et travaille à Paris.

“Pour moi – dit-elle – ce fut à cause, ou plutôt grâce à Godard, à Duras, à Simone de Beauvoir et Sartre. C’est leur cinéma et leur littérature qui m’ont donné le désir de partir, de venir ici”.

Elle a beaucoup exposé. En Europe, en Afrique (12 femmes écrivains contemporaines), dans les pays de langue officielle portugaise.

“Aujourd’hui mes pays préférés sont la Chine et le Japon. Ce sont vraiment des lieux fascinants, des civilisations vraiment autres, presque une autre planète. (…) On m’a permis de passer la nuit dans un temple décoré de peintures du XIIIème siècle et où jamais une gaigin (étrangère) n’avait été admise”.

Elle fut d’abord artiste peintre, puis photographe pour plusieurs grands magazines, puis artiste
numérique. Il s’agit toujours de peinture conceptuelle ou figurative, mais faite avec les outils multimídias de notre époque.

Son travail est violent (série Que faire) ou d’une exquise beauté. dans la série Élégie à ma mère elle traite le sujet avec tendresse, et le visage de la femme vient s’inscrire doucement dans un fond multiple et détonant.

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Exposição da artista Dulce Araujo no Espace Beaurepaire

Texto sobre a exposição da artista Dulce Araújo publicado no site ParisArt. Deux artistes. L’un photographe et vidéaste se penche sur la ville. Un constat: le mineral, le vegetal et l’humain se mélangent pour ne former plus qu’un. L’autre entreprend un voyage en peinture qui la mène à explorer les espaces sidéraux. Dulce Araujo et Tomoko K.Ober Chaos de matières, de formes, et de perspectives qui s’entrechoquent…. L’organique est absorbé par le béton, l’acier se convulse, le minéral, le végétal et l’humain ne font plus qu’un. Traces confuses mais identifiables, en équilibre instable…. sorte de rêve urbain, de matières inertes révélées actives. Les murs gardent les traces de ceux qui les côtoient….les perspectives s’imbriquent, se mélangent, dans un mouvement élastique. Magma humain et urbain surpris puis décortiqué par l’artiste, le révélateur numérique dévoile leur intimité. Les mégapoles trompeusement figées nous offrent dans la série «autour de la ville» leur face désormais évidente : vivante, mobile, instable …. Tomoko K. Ober de par ses origines orientales et ses expériences de vie sur divers continents, ayant enrichi d’influences multiples son travail artistique, a parfaitement assimilé ces sources d’inspiration polyfacetique. Ceci lui permet de donner une dimension plus large, véritablement cosmique à son oeuvre picturale et à entreprendre un voyage en peinture qui la mènera à explorer les espaces sidéraux ouverts à sa soif d’absolu et à son imagination créatrice. Tomoko K. Ober est une «femme-pont» parfaitement adaptée à notre époque-charnière entre le 20ème et 21ème siècle, une artiste en marche vers les temps à venir…. Suivons-la! Dulce Araujo et Tomoko K.Ober 13 mai-23 mai 2004 Vernissage le Paris 10e. Espace Beaurepaire Continuar lendo